Até mesmo as áreas da cidade que já possuem drenagem e saneamento básico, hoje insuficientes, estão incluídas no Plano Diretor de Drenagem e Manejo de Águas Pluviais de Natal, que começou a ser discutido nesta manhã durante audiência pública, no auditório da CT Gás. A garantia vem de Damião Pitta, titular da Secretaria Municipal de Obras e Viação. "Vamos rever os sistemas já existentes, que já têm 40 anos de uso. Os estudos vão fazer o levantamento das áreas para rever diâmetro dos tubos e a quantidade de bocas de lobo", garante.
O Plano tem duas frentes: a que revê os sistemas de esgotamento já existentes, sobretudo nos bairros de Petrópolis e nos pontos de inundação das principais avenidas, como Salgado Filho, Prudente de Morais e Bernardo Vieira, e aquela que contempla as áreas sem qualquer alternativa deste tipo, vide a quase totalidade da Zona Norte, que só possui saneamento básico em parte do bairro de Igapó.
Em localidades como no bairro de Petrópolis será feito, segundo Damião Pita, o levantamento e cadastramento de todas as galerias. "O estudo é feito por bacias, mais a precipitação pluviométrica, cujo aumento também deve ser levado em consideração". O secretário diz que a iniciativa de rever o sistema de esgotamento antigo da cidade nunca foi tomada, porque era preciso priorizar as situações mais difíceis. Como exemplo, ele cita as obras em Nossa Senhora da Apresentação e garante a finalização destas até o fim do ano.
O Plano já está sendo elaborado pela empresa L.M. Engenharia e tem previsão para funcionar em oito meses, ou seja, quando o mandato do prefeito Carlos Eduardo já tiver acabado. Segundo Pita, isso não é problema, pois os recursos já estão captados, não importando o tempo que se leve para finalizar o Projeto. "A próxima administração vai ficar com a proposta", conta. No final do prazo, o então prefeito da capital, vai começar a captar recursos para as obras. Não há definição de tempo para isso.
Idalécio Maranhão, diretor da Federação dos Conselhos Comunitários de Natal (Fecnat), que é morador da Zona Norte reconhece a importância de um plano de saneamento para "fazer a cidade andar mesmo chovendo", mas olha com desconfiança. "A Prefeitura não discute isso com a comunidade. Foi o que aconteceu com o Plano Diretor, não houve conversas nos bairros.
Eu só fui a uma audiência, onde estava três ou quatro pessoas", declara. Devido às semelhanças, ele ainda afirma: "Eu espero que quando ele for ser aprovado, os vereadores não se vendam novamente”.
O Plano de Drenagem e Manejo está orçado em R$ 3 milhões. Os recursos foram obtidos junto ao Governo Federal, pelo Fundo de Garantia, com contrapartida da Prefeitura. Contrariando o exposto pelo presidente da Fecnat, Damião Pita diz que as prioridades serão definidas junto a população, nas reuniões do Orçamento Participativo.
Fonte: Correio da Tarde

No último domingo, o jornal Tribuna do Norte publicou pesquisa da Certus sobre "Avaliação dos...

antonia fernandes, Biologa
Parabéns Mineiro, pela coerência em sua prática política.
hudson alves, recepcionista
É isso aí, Mineiro. Tô contigo e não abro, meu voto é seu!!!!
ana lucia moreira , professora
Parabens deputado, fiquei feliz por nossa classe ter um defensor digno. A classe politica...


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