Com a finalidade de constatar quais as espécies vegetais que estão sendo utilizadas pelo segmento cerâmico do Vale do Açu como combustível para seus fornos na produção de telhas, tijolos e derivados, uma equipe técnica constituída por três engenheiros oriundos da direção nacional do Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), em Brasília, está desde a última semana realizando uma vistoria que abrangerá todas as indústrias ceramistas do Vale do Açu.
A informação é confirmada pelo gestor da Floresta Nacional (Flona), em Assú, agora sob circunscrição administrativa do recém-criado Instituto Chico Mendes, Damião Dantas de Souza.
"O objetivo desta inspeção é realizar um completo levantamento sobre os espécimes vegetais nativos do bioma caatinga que estão sendo explorados pela indústria ceramista especificamente na região", declarou o técnico do Instituto Chico Mendes.
Damião Dantas salienta que a pesquisa de campo realizada pelo órgão ambiental tem a finalidade de checar as informações que foram informadas pelos ceramistas através de uma sondagem anterior, feita mediante um questionário encaminhado pelos Correios pelo Ibama a cada indústria do gênero.
"Neste questionário as informações prestadas pelos empresários foram que utilizavam para a queima de fornos madeira proveniente de algarobeiras e cajueiros", declarou o técnico. "O que esta equipe veio constatar é se essas informações são corretas ou não", completou.
Técnicos visitarão unidades instaladas em toda a região
Segundo o gestor da Floresta Nacional (Flona), em Assú, Damião Dantas, a comitiva composta por técnicos do Ibama vai percorrer cada uma das cidades do Vale do Açu e visitar cada empresa do parque ceramista regional.
Damião Dantas afirma que não existe prazo preestabelecido para a realização do trabalho dos engenheiros ambientais que permanecerão na região por tempo indeterminado.
"Eles permanecerão na região o tempo que for necessário até concluir todo este levantamento", registrou o gestor do Flona.
Damião destaca que no caso de existir a comprovação de que há espécies vegetais nativas sendo consumidas pelas indústrias o Ibama deverá adotar os devidos procedimentos legais amparados no que é preconizado na legislação ambiental vigente no país.
"Aqueles que forneceram as informações corretamente não precisam temer as conseqüências, agora quem eventualmente omitiu a informação correta deve ficar preocupado porque o órgão deverá tomar algumas providências legais", finalizou.
Fonte: O Mossoroense

No último domingo, o jornal Tribuna do Norte publicou pesquisa da Certus sobre "Avaliação dos...

antonia fernandes, Biologa
Parabéns Mineiro, pela coerência em sua prática política.
hudson alves, recepcionista
É isso aí, Mineiro. Tô contigo e não abro, meu voto é seu!!!!
ana lucia moreira , professora
Parabens deputado, fiquei feliz por nossa classe ter um defensor digno. A classe politica...


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