Depois de uma reunião ocorrida na sala da presidência da Assembleia Legislativa e que durou quase duas horas, as bancadas de situação e oposição votaram pelo consenso e aprovaram o parecer do deputado José Adécio (DEM) presidente da Comissão de Finanças e Fiscalização da Casa.
Com isso, a margem de remanejamento do Orçamento Geral do Estado para de 5% para 11,85%. Ficaram de fora dos 6,85% de suplementação, os convênios federais no valor de até R$ 100 milhões do saldo da balança patrimonial orçamentária de 2009. O projeto causou grande polêmica nos útimos dois meses na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.
Deputado de oposição alegavam que o Governo queria que os parlamentares aprovassem um cheque em branco "para ser usado na farra eleitoral", como declarou o deputado estadual Getúlio Rego (DEM).
Os governistas se defendiam, lembrando que em governo anteriores ao de Iberê Ferreira e Wilma de Faria, a margem de remanejamento do OGE chegou a 30%, bem maior do que a pleiteada pela atual gestão. Fernando Mineiro (PT), atribuiu a aprovação ao diálogo ocorrido entre deputados tanto de oposição quanto de situação. O próprio governador Iberê Ferreira teve participação importante no sentido de mostrar necessidade de aprovação da proposta, sobretudo para o andamento de sua gestão.
"Prevaleceu o bom senso. Eu sempre confiei no espírito público dos nossos deputados e essa aprovação demonstra o amadurecimento da classe política potiguar. Essa vitória não é apenas do Governo do Estado, mas principalmente de toda a população do Rio Grande do Norte, já que muitos serviços básicos estavam ameaçados por esse impasse", disse Iberê.
Fonte: Gazeta do Oeste

No último domingo, o jornal Tribuna do Norte publicou pesquisa da Certus sobre "Avaliação dos...

antonia fernandes, Biologa
Parabéns Mineiro, pela coerência em sua prática política.
hudson alves, recepcionista
É isso aí, Mineiro. Tô contigo e não abro, meu voto é seu!!!!
ana lucia moreira , professora
Parabens deputado, fiquei feliz por nossa classe ter um defensor digno. A classe politica...


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